Os Tripes do Brasil
Identificação, Informações, Novidades

Heterothrips spinosus

Heterothrips spinosus Moulton, 1932: 470.

Referência original: Moulton D (1932) The Thysanoptera of South America I. Revista de Entomologia 2: 451–484.

 

Família

Heterothripidae

 

Informações sobre nomenclatura

http://thrips.info/wiki/Heterothrips_spinosus

 

Diagnose

Corpo extensivamente castanho; tíbias mais claras e tarsos amarelos; segmento antenal III extensivamente amarelado; asas anteriores uniformemente castanhas. Cabeça mais larga que longa, sem cerdas longas; região ocelar com três pares de cerdas, par III mais longo que o diâmetro de um ocelo. Antenas com 9 segmentos, segmentos III & IV com apenas uma fileira de poros sensoriais no ápice. Pronoto estriado e sem cerdas longas; mesonoto estriado; metanoto com linhas concêntricas de esculturação e coberto com microtríquias. Laterais dos tergitos abdominais I–V com uma franja de microtríquias na margem posterior, tergitos II–V com apenas algumas microtríquias na região mediana; VI–VIII com um pente completo de longas microtríquias; II–VII com fileiras regulares transversais de microtríquias nas laterais. Esternitos II–VI com cerdas discais; margens posteriores com longas franjas de microtríquias.

Machos menores e sem placas porosas nos esternitos abdominais.               

 

Variação intraespecífica

Sem registro.

 

Informações do gênero e espécies similares

Heterothrips Hood é o maior gênero da família Heterothripidae, compreendendo mais de 70 espécies descritas. É restrito às Américas, e dois grupos informais foram propostos por Moulton (1932). As espécies do “grupo I” apresentam uma franja de microtríquias independentes na margem posterior dos tergitos abdominais; enquanto que as espécies do “grupo II” possuem microtríquias que se originam de um craspeda bem desenvolvido na margem posterior. Os segmentos antenais III & IV possuem uma faixa sensorial transversal na parte apical, com uma ou mais linhas de poros sensoriais. Este tripes possui corpo castanho-escuro e asas anteriores uniformemente escuras. O segmento antenal III é amarelo, com ápice escurecido, e o IV é geralmente amarelo no terço basal. Os tergitos abdominais apresentam uma franja de microtríquias independentes na margem posterior, e fêmeas possuem cerdas discais nos esternitos abdominais. Os machos não possuem placas porosas nos esternitos abdominais. Uma chave para as espécies de Heterothrips do Brasil está disponível em Pereyra & Cavalleri (2012).

 

Distribuição no mundo

Registrada apenas para o Brasil.

 

Distribuição no Brasil*

Rio de Janeiro.

*Dados da literatura e dos autores.

 

História de vida

Espécie florívora descrita de flores de Solanum sp.

 

Importância econômica

Sem registros.

 

Referências sugeridas

Moulton D (1932) The Thysanoptera of South America I. Revista de Entomologia 2: 451–484.

Pereyra V & Cavalleri A (2012) The genus Heterothrips (Thysanoptera) in Brazil, with an identification key and seven new species. Zootaxa 3237: 1–23.


Publicado em: 21/12/2016
Postado por: Adriano

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