Actinothrips pedalis Hood, 1949: 76.
Referência original: Hood JD (1949) Brasilian Thysanoptera II. Revista de Entomologia 21: 1–113.
Família
Phlaeothripidae, Idolothripinae
Informações sobre nomenclatura
https://thrips.info/wiki/Actinothrips_pedalis
Diagnose
Fêmea macróptera; coloração do corpo majoritariamente castanho-escura, segmento abdominal IX e ponta do tubo mais claros; fêmures castanhos, ápice do par anterior amarelado, tíbias anteriores amarelas com base acastanhada, tíbias medianas e posteriores castanho-escuras na base e amarelas no ápice, tarsos amarelos; antenômeros I–II e VII–VIII castanho-escuros, III–VI amarelos com região subapical gradativamente mais castanha; asas claras, castanhas na base, com linha mediana quase preta.Antena com 8 segmentos, antenômeros III com 2 e IV com 4 cones sensoriais; antenômeros III–V extremamente alongados e em forma de clava. Cabeça mais longa que larga, com um par de cerdas longas dorsalmente e dois pares lateralmente, todas posteriores aos olhos; margens laterais ligeiramente sinuosas; estiletes maxilares muito distantes entre si, estendendo-se por pouco menos da metade da cabeça. Pronoto com 4 pares de cerdas bem desenvolvidas (anteroangular, meio-lateral, epimeral e posteroangular), pares anteroangular e meio-lateral muito próximos entre si, par anteromarginal curto mas ligeiramente mais robusto que as cerdas discais; prosterno com basantra ausente. Metanoto reticulado, com um par de cerdas longas e robustas medialmente, e três pares de cerdas finas nos ângulos anteriores. Metatórax com suturas esternopleurais ausentes. Pelta triangular e largo, margens anterolaterais com pequena reentrância, esculturação formada por retículos irregulares; abdômen esculturado, retículos com pequenos dentes/tubérculos medialmente, tergitos II–VII com 1 par de cerdas retentoras de asas. Tubo cilíndrico, cerca de 7x mais longo que a largura basal, com múltiplas cerdas laterais especialmente na área basal. Pernas similares em aparência; fêmur anterior com 2 cerdas longas com ápices expandidos na margem externa, e duas cerdas mais curtas na margem interna; tarso anterior sem dente tarsal. Asas anteriores com cerdas duplicadas.
Macho macróptero. Aparência similar à das fêmeas, mas com fêmures anteriores mais robustos, com base bulbosa, e tarsos anteriores com dente tarsal; segmento abdominal VIII mais de duas vezes mais longo que largo, constrito medialmente, com três pares de cerdas posteriores robustas. Placas porosas ausentes.
Variação intraespecífica
Desconhecida.
Informações do gênero e espécies similares
Actinothrips é um gênero com 13 espécies, todas da região Neotropical. Faz parte de um grupo de gêneros de Idolothripinae que apresentam cabeça longa, projetada à frente dos olhos e com múltiplas cerdas longas, basantra fracamente desenvolvida ou ausente, suturas esternopleurais do metatórax ausentes, e tubo muito alongado, com múltiplas cerdas lateralmente. Machos de diversas espécies de Actinothrips apresentam grande variação morfológica, com formas menores e maiores; enquanto as fêmeas de diferentes táxons tendem a ser muito semelhantes, dificultando a distinção entre espécies. Actinothrips pedalis é muito semelhante a A. bondari, especialmente as fêmeas; os machos podem ser distinguidos pelo dente tarsal (ausente em A. bondari, presente em A. pedalis) e formato dos fêmures anteriores (similares aos outros fêmures em A. bondari, bulboso com base larga em A. pedalis). Uma chave para machos de algumas espécies de Actinothrips está disponível em Mound (1991).
Distribuição no mundo
Descrita do Brasil.
Distribuição no Brasil
http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/31866
História de vida
Vive em folhas e galhos mortos, onde alimenta-se de esporos de fungos.
Importância econômica
Sem registro.
Referências sugeridas
Hood JD (1949) Brasilian Thysanoptera II. Revista de Entomologia 21: 1–113.
Atendimento
Brasil, Rio Grande do Sul, Rio Grande
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