Os Tripes do Brasil
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Neosmerinthothrips annulipes

Neosmerinthothrips annulipes (Hood, 1950: 13).

Referência original: Hood JD (1950) Brasilian Thysanoptera II. Revista de Entomologia 21: 1–113.

Família

Phlaeothripidae, Idolothripinae

Informações sobre nomenclatura

https://thrips.info/wiki/Neosmerinthothrips_annulipes 

Diagnose

Fêmea macróptera; coloração do corpo majoritariamente castanho-escura, com junções entre fêmures e tíbias e todos os tarsos pálidos; antenômero I castanho-escuro, II castanho com ápice amarelo, III castanho com pedicelo amarelo, IV–VIII castanho-escuros; asas castanho-claras, mais escurecidas na base e ao longo da linha mediana. Antena com 8 segmentos, antenômeros III com 2 e IV com 4 cones sensoriais. Cabeça mais longa que larga, superfície dorsal com fracas linhas transversais de esculturação; cerdas pós-oculares mais longas que os olhos, demais cerdas da cabeça curtas; estiletes maxilares com formato de V, distantes um do outro pouco mais de 1/3 da largura da cabeça. Pronoto com 5 pares de cerdas bem desenvolvidas, pares epimeral e posteroangular mais longos que os demais. Metanoto com um par de cerdas medianas curtas mas robustas. Metatórax com suturas esternopleurais presentes. Pelta largo, com projeções laterais na base; tergitos abdominais II–VII com 1 par de cerdas retentoras de asas retas. Tubo cônico, cerca de 2,1x mais longo que a largura basal, com poucas cerdas laterais diminutas. Pernas similares em aparência, tarso anterior com dente tarsal. Asas anteriores com cerca de 10 cerdas duplicadas.

Macho não estudado.

Variação intraespecífica

Desconhecida.

Informações do gênero e espécies similares

Neosmerinthothrips é um gênero com 24 espécies, com ocorrência nas regiões tropicais e Austrália. As espécies possuem suturas esternopleurais do metatórax bem desenvolvidas, e um tubo robusto de margens convexas, comparável ao visto em espécies de Acallurothrips e Pygothrips. Neosmerinthothrips é diferenciado de Acallurothrips por possuir os antenômeros VII e VIII claramente distintos e o tubo não tão robusto, e de Pygothrips por possuir os estiletes maxilares distantes entre si, com formato de V. Neosmerinthothrips annulipes é muito semelhante a N. picticornis e N. variipes, e as três espécies são diferenciadas principalmente pela coloração dos antenômeros basais: I com a mesma cor que a cabeça em N. annulipes e N. variipes, mais claro que a cabeça em N. picticornis; II castanho com ápice amarelo em N. annulipes, principalmente amarelo em N. variipes. Uma chave para algumas das espécies de Neosmerinthothrips, incluindo a maioria das espécies brasileiras, está disponível em Mound (1974).

Distribuição no mundo

Descrita do Brasil e registrada na Argentina.

Distribuição no Brasil

http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/39161

História de vida
Vive em galhos mortos, onde se alimenta de esporos de fungos.

Importância econômica

Sem registro.

Referências sugeridas
Hood JD (1950) Brasilian Thysanoptera II. Revista de Entomologia 21: 1–113.
Mound LA (1974) The Nesothrips complex of spore-feeding Thysanoptera (Phlaeothripidae: Idolothripinae). Bulletin of the British Museum (Natural History) Entomology 31: 109–188.

Mound LA & Palmer JM (1983) The generic and tribal classification of spore-feeding Thysanoptera (Phlaeothripidae: Idolothripinae). Bulletin of the British Museum (Natural History). Entomology 46: 1–174. 

Mound LA & Marullo R (1996) The Thrips of Central and South America: An Introduction. Memoirs on Entomology, International 6: 1–488.


Publicado em: 13/01/2017
Postado por: Mariana Lindner

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