Os Tripes do Brasil
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Aptinothrips rufus

Aptinothrips rufus (Haliday, 1836: 445).

Referência: Haliday Haliday AH (1836) An epitome of the British genera in the Order Thysanoptera with indications of a few of the species. Entomological Magazine 3: 439–451.

 

Família

Thripidae, Thripinae

 

Informações sobre nomenclatura

http://thrips.info/wiki/Aptinothrips_rufus

 

Diagnose

Corpo uniformemente amarelo, incluindo as pernas; segmentos antenais amarelos, exceto pelo VI que é castanho. Cabeça longa, com fraca esculturação reticular; sem ocelos ou cerdas longas. Antena com seis segmentos, III & IV com cones sensoriais simples. Pronoto com fracas linhas de esculturação e sem cerdas longas. Endofurcas meso e metatorácicas sem espínula. Metanoto retangular e reticulado; um par de sensilas campaniformes presente e localizado lateralmente; nenhuma cerda longa presente. Tarsos com um segmento. Tergitos abdominais com esculturação reticulada e sem microtríquias; II–VII com um par de cerdas medianas curtas e bem espaçadas entre si; VIII sem craspeda ou pente de microtríquias. Esternitos com três pares de cerdas posteromarginais longas, geralmente com cerca de 10 cerdas discais. Ambos os sexos ápteros.

 

Macho similar à fêmea, sem placas porosas nos esternitos abdominais; tergito IX com dois pares de cerdas robustas, semelhantes a espinhos.

 

Variação intraespecífica

Cerdas discais nos tergitos abdominais variam de 2 a 20 (Hoddle et al. 2012).

 

Informações do gênero e espécies similares

Aptinothrips inclui quatro espécies, todas ápteras e originárias da região Holártica (Mound & Marullo 1996). Aptinothrips rufus é a única espécie do gênero registrada para a América do Sul e pode ser reconhecida pelos tarsos com um segmento e antenas com 6 segmentos.

 

Distribuição no mundo

Amplamente distribuído pelo mundo, especialmente em países de clima temperado. Na América do Sul é registrada na Argentina, Brasil e Chile.

 

Distribuição no Brasil

Rio Grande do Sul.

*Dados da literatura e dos autores

 

História de vida

Vive em gramíneas. Particularmente comum em pastagens em grandes altitudes.

 

Importância econômica

Sem registros.

 

Referências sugeridas

Hoddle MS, Mound LA & Paris DL (2012) Thrips of California. CBIT Publishing, Queensland. Disponível em http://keys.lucidcentral.org/keys/v3/thrips_of_california/ Thrips_of_California.html

Mound LA & Marullo R (1996) The Thrips of Central and South America: An Introduction. Memoirs on Entomology, International 6: 1–488.


Publicado em: 23/12/2016
Postado por: Adriano

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