Os Tripes do Brasil
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Bradinothrips musae

Bradinothrips musae (Hood, 1956: 216).

Referência: Hood JD (1956) Two new Thripidae (Thysanoptera) from banana. Proceedings of the Biological Society of Washington 69: 215–218.

 

Família

Thripidae, Thripinae

 

Informações sobre nomenclatura

http://thrips.info/wiki/Bradinothrips_musae

 

Diagnose

Corpo uniformemente branco; asas anteriores uniformemente claras. Cabeça com reticulações na região posterior; olhos grandes e fortemente pigmentados; par I de cerdas ocelares ausente; um par de cerdas pós-oculares excepcionalmente longas e robustas. Antena com 8 segmentos, III com cone sensorial bifurcado curto, IV com um cone sensorial simples longo e um cone sensorial bifurcado ventral. Pronoto sem reticulações; dois pares de cerdas posteroangulares longas; cerdas na margem anterior não são distintamente maiores que cerdas discais. Espínula mesotorácica presente; endofurca metatorácica com braços longos e curvos, sem espínula. Metanoto com reticulações alongadas na região mediana; sensilas campaniformes ausentes; dois pares de cerdas curtas, par mediano distante da margem anterior. Tarsos com 2 segmentos. Asas anteriores com ambas fileiras contendo apenas poucas cerdas longas. Tergitos abdominais sem reticulação; II–VIII com um par de cerdas curtas medialmente; VIII com craspeda dentado; IX com fileiras de microtríquias finas. Esternitos com craspeda, sem cerdas discais, quatro pares de cerdas posteromarginais longas. Ambos os sexos macrópteros.

 

Machos com placas porosas pequenas nos esternitos abdominais III–VII; tergito IX com duas cerdas parecidas com espinhos.

 

Variação intraespecífica

Sem registros.

 

Informações do gênero e espécies similares

O gênero Bradinothrips tem origem neotropical e inclui apenas mais uma espécie, B. williamsi, que possui coloração castanha com pernas amareladas. Os membros desse grupo são característicos por possuírem o pedicelo do segmento antenal III alongado e todos os tergitos e esternitos abdominais com craspeda largo e inteiro.

 

Distribuição no mundo

Descrita do Equador, também é registrada no Brasil e foi introduzida na Europa.

 

Distribuição no Brasil*

São Paulo.

*Dados da literatura e dos autores

 

História de vida

Vive em folhas de bananeira, sendo também encontrada em casas de vegetação.

 

Importância econômica

Alimenta-se em bananas, causando manchas escuras nos frutos.

 

Referências sugeridas

Mound LA & Marullo R (1996) The Thrips of Central and South America: An Introduction. Memoirs on Entomology, International 6: 1–488.


Publicado em: 23/12/2016
Postado por: Adriano

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