Os Tripes do Brasil
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Dinurothrips hookeri

Dinurothrips hookeri Hood, 1913: 151.

Referência original: Hood JD (1913) On a collection of Thysanoptera from Porto Rico. Insecutor Inscitiae Menstruus 1: 149–154.

 

Família

Thripidae, Panchaetothripinae

 

Informações sobre nomenclatura

http://thrips.info/wiki/Dinurothrips_hookeri

 

Diagnose

Corpo castanho a castanho escuro; tarsos e tíbias majoritariamente amarelos; segmentos antenais III–V amarelos; asas anteriores castanhas com uma faixa sub-basal mais clara. Cabeça com esculturação forte e constrição atrás dos olhos; região ocelar fortemente elevada. Antena com 8 segmentos, III & IV com cones sensoriais simples. Pronoto reticulado, sem cerdas longas. Endofurcas meso e metatorácicas sem espínula e com braços curtos. Mesonoto sem divisão longitudinal mediana. Metanoto com área mediana reticulada, sensilas campaniformes grandes, um par de cerdas próximas à margem posterior. Tarsos com um segmento. Primeira e segunda venações das asas anteriores com fileiras de cerdas incompletas, cerdas diminutas. Tergitos abdominais II–VIII com um par de cerdas medianas curtas; terços laterais e margem anterior com esculturação reticulada; VIII com craspeda posteromarginal; X alongado, com divisão longitudinal completa. Esternitos com craspeda completo, três pares de cerdas posteromarginais curtas. Ambos os sexos macrópteros.

 

Machos com um par de cerdas parecidas com espinhos no tergito IX; esternitos III–VII com uma placa porosa em forma de U em cada.

 

Variação intraespecífica

Adultos às vezes micrópteros.

 

Informações do gênero e espécies similares

O gênero Dinurothrips inclui apenas duas espécies, ambas neotropicais, e ambas com forte esculturação corporal e cerdas nas asas anteriores relativamente pequenas. Machos possuem placas porosas com o curioso formato de U nos esternitos abdominais. A outra única espécie no gênero, D. vezenyii, é também registrada no Brasil, mas é diferenciada por possuir o tarso com dois segmentos e mesonoto com uma pseudo-divisão longitudinal mediana.

 

Distribuição no mundo

Descrita de Porto Rico, é amplamente distribuída no Brasil, Caribe e América Central, Estados Unidos, Colômbia, Peru; também foi introduzida na Micronésia (Guam).

 

Distribuição no Brasil*

Acre, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.

*Dados da literatura e dos autores

 

História de vida

Vive em folhas de diversas espécies de plantas, principalmente Solanaceae. É também registrada alimentando-se em bananeira e várias plantas de jardim.

 

Importância econômica

É registrada danificando folhas de bananeira em Guam (Micronésia) e em menta (Mentha sp.) no Brasil (Lima et al. 2016).

 

Referências sugeridas

Lima EFB, Thomazini M, Santos RS, Lopes EN, Saito L & Zucchi RA (2016) New Findings of Thrips (Thysanoptera: Thripidae) on Plants in Brazil. Florida Entomologist 99(1): 146–149.

Mound LA & Marullo R (1996) The Thrips of Central and South America: An Introduction. Memoirs on Entomology, International 6: 1–488.

Wilson TH (1975) A monograph of the subfamily Panchaetothripinae (Thysanoptera: Thripidae). Memoirs of the American Entomological Institute 23: 1–354.


Publicado em: 28/12/2016
Postado por: Adriano

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