Os Tripes do Brasil
Identificação, Informações, Novidades

Neurothrips williamsi

Neurothrips williamsi Hood, 1925: 63.

Referência original: Hood JD (1925) New neotropical Thysanoptera collected by C.B. Williams. Psyche 32: 48–69. DOI: https://doi.org/10.1155/1925/38498 

Família

Phlaeothripidae, Phlaeothripinae

Informações sobre nomenclatura

https://thrips.info/wiki/Neurothrips_williamsi 

Diagnose

Fêmea macróptera; coloração do corpo bicolorida, asas anteriores com linha mediana escura. Antena com 8 segmentos. Cabeça reticulada dorsalmente, com olhos grandes; laterais curvas, mais largas que a região dos olhos, e com múltiplos tubérculos; estiletes maxilares próximos entre si. Proesterno sem basantra. Metanoto com esculturação reticulada. Abdômen com uma reentrância longitudinal mediana na região dorsal, tergitos II–VIII com 3 pares de cerdas retentoras de asas achatadas; tergito IX coberto por microtríquias. Tubo com cerdas anais longas. Pernas anteriores robustas, fêmur anterior sem tubérculo, tarso anterior com dente tarsal. Asas anteriores largas na base mas afiladas nos três quartos apicais, sem cerdas duplicadas.

Macho não estudado.

Variação intraespecífica

Desconhecida.

Informações do gênero e espécies similares

Neurothrips é um gênero com seis espécies distribuídas pelos neotrópicos. É caracterizado pela presença de uma reentrância longitudinal no abdômen, que serve para o posicionamento das asas quando relaxadas sobre o corpo; e três pares de cerdas retentoras das asas achatadas nos tergitos abdominais II–VII. Além disso, o corpo é coberto por esculturação reticulada, o cone bucal é longo, e as cerdas anais do tubo são incomumente longas. Neurothrips williamsi é distinguida das outras espécies do gênero no Brasil por possuir três pares de cerdas retentoras das asas no tergito abdominal VIII, e múltiplas microtríquias no tergito abdominal IX. Uma chave para as espécies de Neurothrips está disponível em Mound & Marullo (1996).

Distribuição no mundo

Descrita do Panamá. Registrada no Brasil e Peru.

Distribuição no Brasil

Rio Grande do Sul (coleção FURG).

História de vida

Vive em galhos e folhas mortos, onde provavelmente se alimenta de fungos.

Importância econômica

Sem registro. 

Referências sugeridas

Hood JD (1925) New neotropical Thysanoptera collected by C.B. Williams. Psyche 32: 48–69. DOI: https://doi.org/10.1155/1925/38498 

Mound LA & Marullo R (1996) The Thrips of Central and South America: An Introduction. Memoirs on Entomology, International 6: 1–488. 


Publicado em: 16/07/2026
Postado por: Mariana Lindner

Galeria de fotos:

Atendimento


Brasil, Rio Grande do Sul, Rio Grande

Campus Carreiros: Av. Itália km 8

Bairro Carreiros



(51) 9812-37076


cavalleri_adriano@yahoo.com.br

Curta nossa Fan Page

Thysanoptera © Todos Direitos Reservados 2026

Facebook Instagram Linkedin

Hostche - Criação de Sites